sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ler é abrir janelas

Gilberto Gil
Cantor e Ex-Ministro da Cultura

LER É ABRIR JANELAS
Dezembro/2006

Ler é transcender, é possibilitar, é ir além do nosso por vezes cruel mundo imediato – tantas e tantas vezes nos abrigamos no confronto acolhedor da leitura quando estamos amuados ou pesarosos. Ler é abrir janelas, destramelar portas, enxergar com outros olhares, estabelecer novas conexões, construir pontes que ligam o que somos com o que outros, tantos outros, imaginaram, pensaram, escreveram. Ler é fazer-nos expandidos.

E que convívio maravilhoso se dá numa Biblioteca, esta magnífica invenção coletiva da Humanidade: envoltos no manto do silêncio que aí reside e que nos convida à concentração e à reflexão, as Bibliotecas nos dão acesso aos infindáveis conhecimentos encontrados nos livros, dispostos em convívio pacífico, lado a lado, em suas estantes e prateleiras.

As bibliotecas e os livros colocam ao nosso alcance saberes tão diversos como aqueles sobre a matemática aplicada à construção de relógios e ao voo dos aviões; o desenho geométrico que fará casas e estradas; a composição molecular inscrita no cerne de nossas células ou nos alimentos que nos dão uma vida mais saudável; a história do comércio, dos transportes e também a história daquela risonha menina a caminho. E até àquele poema que usamos para enternecer a quem amamos.

Seria um exercício absolutamente fascinante remontar em quantas dimensões, em quantos momentos, de quantas formas a leitura marcou a vida de cada um, a vida de cada cidade, de cad sociedade.

A partir do ato da leitura podemos então desenvolver um certo número de operações cognitivas, hierarquizando os argumentos, comparando os enunciados, descartando ideias que pouco nos agradam, destacando outras e colocando aquelas que mais apreciamos em contato com ideias e enunciados de outros livros, de outros temas, de outros autores, de outros mundos. Usamos essas ideias – que agora já nos constituem – nas conversas com nossos amigos, em nosso trabalho, em nossos lares. Nos utilizamos delas para sermos melhores amigos e amigas, melhores pais e mães, melhores trabalhadores, melhores empresários ou melhores políticos.

Quando falamos de livro e leitura falamos, portanto, de expansões e de potencialidades.

É por esta razão básica que encaramos neste governo o conjunto de políticas que possibilitam a ampliação do acesso ao livro e à leitura como políticas fundamentais para a construção plena da cidadania em nosso país. Acompanhamos nisso a ONU, que em seu último Relatório de Desenvolvimento Humano incluiu o acesso a bens, serviços e equipamentos culturais como componente do Índice de Desenvolvimento Humano. O IDH, a partir de agora, põe a cultura ao lado da educação, da saúde e de outras questões vitais. A cultura, portanto, não apenas é assumida pela ONU como tarefa do governo, mas como uma tarefa prioritária de governo, capaz de definiro grau de desenvolvimento econômico e social de um país.

Entendemos, assim, que o acesso (ou o não-acesso) ao livro e à leitura molda substantivamente as condições de vida das populações. E que construir políticas públicas duradouras que assegurem a ampliação do número de leitores no Brasil, que aperfeiçoem as condições para uma leitura crítica e construtiva do que foi lido, e que possibilitem as melhores condições para o pleno desenvolvimento de uma indústria competitiva e dinâmica do livro no país são tarefas intransferíveis do estado, a serem formuladas e executadas conjuntamente com os diversos segmentos da sociedade.

Há tempos temos destacado que a leitura é simultaneamente um componente do que chamamos cidadania e um componente do que chamamos desenvolvimento. Para que ela cumpra o seu papel nessas duas áreas, é fundamental que o governo crie um ambiente favorável à sua multiplicação, à sua afirmação. Quem faz cultura é a Sociedade, não é o Estado. Mas, cabe ao Estado – porque issoé do mais alto interesse público – amplificar as possibilidades para a produção cultural e para a multiplicação dos canais de difusão e das oportunidades de acesso.

As indústrias criativas – e em seu interior, a importantíssima indústria editorial – também são centrais no que podemos chamar de “projeto nacional”. As indústrias criativas têm um vasto potencial de geração de empregos, renda e felicidade. Estão entre os setores mais dinâmicos da economia contemporânea: cresceram nas duas últimas décadas em média três vezes mais rapidamente que os setores econômicos tradicionais. Não é, em hipótese alguma, mero acaso que o país hegemônico na economia mundial tenha como o seu principal setor exportador, a partir do ano de 1996, as suas indústrias criativas.

Construir, portanto, uma política pública duradoura para o setor cultural constitui-se, indubitavelmente, numa daquelas grandes demandas da Sociedade, e que está inscrita profundamente nas atribuições de suas instituições políticas.

Trata-se de termos uma visão mais pragmática e menos ideologizada do papel do Estado, que incorpore o papel de regulação econômica dos setores culturais, tão comum nos países mais dinâmicos da economia mundial. Enquanto setor econômico, as indústrias criativas geram empregos, recolhem impostos, geram divisas e podem apresentar distorções em seus elos produtivos que impedem seu pleno desenvolvimento.

É importante reafirmar que temos desafios bastante graves a serem suplantados. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, por exemplo, apontou que 61% dos brasileiros adultos alfabetizados têm muito pouco ou nenhum contato com livros: 6,5 milhões de pessoas das camadas mais pobres da população dizem não ter nenhuma condição de adquirir um livro; 73% dos livros estão concentrados em apenas 16% da população brasileira.

Tal contexto impõe uma ação consistente e articulada para o estímulo à leitura e para a democratização do acesso ao livro via a instalação de bibliotecas públicas e livrarias, em cidades e em regiões metropolitanas desprovidas ou escassamente providas destes bens e equipamentos culturais. É preciso salientar que nós só teremos sucesso se conseguirmos consolidar efetivamente um pacto republicano para a atuação conjunta: não é nenhum governo, nem um setor em particular, é a Sociedade brasileira que exige a consolidação de uma ação concertada para o livro e leitura em nosso país. Todo investimento neste setor é extremamente recompensador. A sociedade reconhece e agradece.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Taubaté: Escola Dinâmica promove 'A Magia da Leitura'

Matéria publicada em 27/09/2010


A escola Dinâmica promoveu, no último dia 24, o evento “A magia da leitura”, com exposições, sala de leitura, palestra, caça ao tesouro, debates, histórias, workshop com a oficina de desenho e a exposição das histórias em quadrinhos.

Com um acervo de mais de 15 mil exemplares de quadrinhos novos e antigos, o estudioso e palestrante Jorge Hata participou do evento, que despertou interesse dos alunos da educação infantil e fundamental, além dos estudantes do 6º e 9º ano.

“Praticamente, as histórias em quadrinhos tem a facilidade de fazer as novas gerações assimilarem fatos históricos além da compreensão das expressões verbais e não verbais”, explica Jorge Hata.

A Exposição de HQ´s (histórias em quadrinhos), tem a finalidade dentro da comunicação, relacionando o as palavras com o visual, mostrando cores e formas como forma de interação com as pessoas e a arte.


O gibi é uma arte cativante que sofre mutação ao longo do tempo, se adaptando cada vez mais a realidade do cotidiano, além de fomentar o gosto pela leitura, estimulando a criatividade, o pensamento crítico, além de enriquecer o repertório dos jovens e das crianças que tem contato com este mundo dos Comics.

Fonte: Agoravale

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mais do que um prazer, o gosto pela leitura faz bem

É certo que os livros transmitem conhecimento, e eles fazem isso de uma forma muito gostosa; ao mesmo tempo você aprende a memorizar as palavras e pode ‘turbinar’ sua imaginação

Araçatuba, 19/10/2010

Como se faz para entrar em um mundo diferente sem sair do lugar?

Como se faz para virar um grande herói e não ficar longe de casa?

Como se tornar uma princesa e viver em um castelo encantado, mesmo que ele esteja em seu próprio quarto?

É fácil. Pegue um livro e deixe sua imaginação ir para onde ela desejar.

Segundo os especialistas, a leitura traz diversos benefícios para as pessoas como a memorização, o aprendizado de novas palavras, mais conhecimento, novas informação, muita reflexão e cultura, além de entendimento e crescimento intelectual. Mas não é só isso.

Ler é um exercício de prazer e imaginação. Muito diferente de olhar e ver na televisão, as imagens prontas, a leitura faz com que as mensagens apareçam da forma que quisermos em nossa mente. Através da leitura, falamos e escrevemos melhor, a nossa história e as dos outros.

VOCÊ SABIA?

Que ao pegar um livro, o leitor pode ter contato com diversas culturas? É verdade! Todas as histórias que lemos trazem novos conhecimentos de um mundo que vai além de nossa casa, da nossa cidade, do nosso Estado e, muitas vezes, até do nosso País. Quando conhecemos novas culturas e hábitos, conseguimos ampliar nossas ideias e percepções, assim podemos formar opiniões e refletir mais rapidamente. E sabe o que é mais legal? Cada dia você adquire um pouco mais de saber.
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Quando conhecemos
novas culturas
conseguimos
ampliar
nosssas ideias
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A estudante Mariele Carvalho Saraiva de Araújo, de 7 anos, é um exemplo de dedicação e amor pela leitura. Somente neste ano, ela já leu mais de 30 livros. Entre os seus preferidos estão os contos de fadas, as histórias da Bíblia - em versão infantil - e os quadrinhos. Para ela, o mais importante é a diversão que a leitura proporciona. “Quando leio, consigo ‘entrar’ na história. Cada vez viro uma personagem diferente. Hoje sou a Cinderela”, afirma aos risos.

A mãe da menina, Ana Maria Carvalho Saraiva de Araújo, diz que além de comprar em bancas, também faz assinaturas de livros e revistas para a filha. E ainda leva a garota na Biblioteca Municipal “Rubens do Amaral”, em Araçatuba, para ela ter acesso a outros livros. Ana Maria afirma que a filha é curiosa e que gosta de aprender.

DEDICAÇÃO
Mariele Carvalho Saraiva de Araújo, de 7 anos,
já leu mais de 20 livros só este ano;
ela adora contos de fadas e histórias bíblicas

A mãe comprova que a leitura melhorou o rendimento escolar de Mariele. “Sempre que a ela fica em dúvida sobre uma palavra, recorremos ao dicionário. Vejo que o vocabulário dela melhorou e o raciocínio também”, afirma a mãe. 

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Era uma vez um menino...

Mindlin semeou a ideia do Dia Nacional da Leitura

Ele nasceu em 1914 e morreu em fevereiro deste ano ainda menino. José Mindlin foi o grande incentivador para que o Dia das Crianças também fosse o Dia Nacional da Leitura. Aos sete anos, esse filho de imigrantes russos fez sua principal descoberta: as letras podiam se juntar e formar palavras, ideias e histórias. Desde então, prometeu viver 300 anos para conseguir ler os mais de 25 mil livros que desejou. E olha que a coleção que ele começou aos 13 anos tem mais de 40 mil obras, a maior coleção particular!José Mindlin gostava tanto de livros que as pessoas o chamavam de um nome muito especial: bibliófilo, que significa amante de livros e colecionador de obras raras e preciosas. Assim, é fácil entender porque ele foi o grande incentivador do Dia Nacional da Leitura.

OFICIAL
 A lei que criou o Dia Nacional da Leitura foi instituída em 2009 a partir de uma mobilização de cerca de 3 milhões de pessoas para divulgar e desenvolver ações de leitura. A iniciativa foi do Instituto Ecofuturo. O objetivo do projeto é incluir a leitura na vida de todos, mostrando que o gosto por ela nasce do colo dos pais e se estende por toda a vida. Este ano, o instituto criou uma biblioteca virtual: http://www.dianacionaldaleitura.com.br. Conheça!

BIBLIÓFILO
José Mindlin em sua biblioteca de 40 mil livros 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ler é tudo de bom!

Além de nos deixar bem informados, a leitura ajuda a despertar a imaginação, aprimorar a compreensão dos fatos e desenvolver espírito crítico.

Ler é muito legal. Porém, há pessoas que acreditam que a leitura é um hábito chato e preferem se dedicar a outras atividades. Se você faz parte desta turma, aqui vai um convite : que tal tentar enxergar essa situação de uma outra maneira?

A leitura ajuda na compreensão do mundo, traz conhecimento e reforça o que já sabemos. Segundo a psicopedagoga Neide Noffs*, um grande erro é ler sem rumo, sem prestar atenção e com nenhum objetivo.

Por isso, a profissional afirma que, na hora de escolher o livro, a revista, o jornal ou o site, o ideal é que você busque seus assuntos preferidos . No caso dos livros, é fundamental ler os textos presentes nas contra-capas e nas orelhas. "Se não interessar, escolha outro, sem se prender ao título", afirma Neide.

Seu interesse pode estar voltado para o vestibular, para encontrar uma letra bacana de uma música ou poema para mandar para o ficante ou descobrir uma informação qualquer. Lembre-se que nesta hora não há preconceito : o importante é curtir o tema.

Então entram na lista o caderno de esportes do jornal, as histórias em quadrinhos , as revistas de humor, de carros, as que falam sobre artistas, beleza, saúde. O que vale é seu interesse!

As vantagens de quem lê são muitas. Além de ficar bem informado e sair na frente nos papos com os amigos, a leitura auxilia na compreensão dos acontecimentos. "Ela contribui na formulação do raciocínio, na reflexão e a desenvolver espírito crítico, pois ao ler criamos nossa própria versão dos fatos", afirma a psicopedagoga.

Uma dica que pode estimular seu desejo pela leitura e, de quebra, ajudá-lo a se preparar para o vestibular é montar um álbum com as notícias mais relevantes publicadas na imprensa, sempre colocando a fonte e a data, para você se lembrar de quando ocorreu.

E é muito legal ter um cantinho especial para leitura, que deve ser aconchegante, confortável e iluminado. Passear pelos corredores das livrarias e pelos sites especializados, hoje verdadeiros templos ao livro, também pode fazer você descobrir interesses e querer desbravar novos mundos pelo caminho das letras.

A leitura desperta nossa imaginação e criatividade. Pode ter certeza que, quando se descobre o prazer que um bom livro proporciona, o difícil mesmo é parar de ler.

*Neide Noffs, psicopedagoga, professora-doutora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Fonte: Nestlé

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Projeto Entre na Roda visa a capacitação de professores

Professor que não lê não consegue passar para o aluno o prazer da leitura. O Entre na Roda permite que os professores reaprendam a gostar dos livros.

O Entre na Roda é coordenado pelo CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. Participam professores de escolas públicas, bibliotecários e voluntários.

"Se uma criança lê e não entende o que ela lê, ela não pode ir bem na aula de português. Nas outras matérias também porque ela não consegue entender o exercício de matemática, não consegue entender uma prova de ciências", afirma Conceição Mirandola, diretora da Fundação Volkswagen.

São oito encontros, de oito horas cada um. Quem explica a oficina é América Marinho, formadora do CENPEC. "Cada oficina, cada encontro, a gente enfoca um gênero. A gente trabalha com conto literário, com novela, romance, teatro, poesia, jornal e com textos de divulgação científica, que é a sétima oficina. A oitava é uma mostra dos trabalhos, do que eles fizeram nas escolas ou nas instituições em que eles trabalham."

O programa já capacitou mais de 7,5 mil professores de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e de São Paulo. "Uma vez formado, uma vez preparado, durante toda a vida útil dele enquanto professor esteja naquele município onde ele recebeu a formação, ou se ele está concursado em outro município, ele leva o conhecimento”, completa Conceição.

A professora Ana Carolina Escobar aprova o projeto. "Eu queria passar o encantamento que já veio da minha família, com aqueles primeiros contatos com livros e todo aquele encantamento, e eu percebi, na primeira escola que eu entrei que as crianças não tinham contato com o livro, e que a biblioteca era uma sala trancada."

"Nós precisamos também que os nossos professores sejam cada vez mais bons leitores”, diz Vanda Romanha, professora.

"Eu acho que a gente tem que deixar de apresentar a leitura como uma obrigação, como uma tarefa. Muitas vezes, você dá um autor, um livro fantástico, só que você apresenta um questionário. Então, ao invés de você absorver aquela arte, aquela criação, aqueles personagens, aquela história, em outro momento, em outro contexto cultural, em outro país, não, você tem um questionário pra responder de que escola literária é aquele autor, o que determinado personagem representa dentro da história... Então o jovem ao invés de ser despertado pra isso, ele passa a ter aversão”, explica Zoara Failla, coordenadora do Instituto Pró-Livro.

No segundo encontro, os professores ganham um baú de livros. Cem títulos para o ensino fundamental, e duzentos para a educação infantil. "Sentir prazer de fato. De pegar, de ler um livro, e ver como um tesouro, que é o que a gente fala do baú, que é o nosso tesouro. Identificar e reconhecer. Segundo, pela própria escrita repertoriar as crianças, elas entenderem, compreenderem o quão importante é essa leitura, não só hoje como até o resto da vida delas”, fala Vivian Netcer, professora.

“Para os meus próprios alunos, foi riquíssimo, porque eu já tenho alunos que estão escrevendo o seu poema. Eles não têm nem sete anos ainda e já fazem poemas. Foi uma grande satisfação”, enfatiza Fátima Pazzini.

Edição do dia 09/10/2010
Fonte: Ação

Mais sobre o Projeto Entre na Roda

O que faz

O Projeto Entre na Roda, em duas modalidades Educação Infantil e Ensino Fundamental, oferece apoio a secretarias municipais, estaduais e a instituições para formar orientadores de leitura, entre educadores, bibliotecários e voluntários da comunidade, para que atuem em diferentes espaços – escolas, bibliotecas, associações, hospitais, asilos etc. –, estimulando o gosto pela leitura.

Com quem faz

O projeto é uma iniciativa da Fundação Volkswagen e integra o Programa Território Escola. O Cenpec elabora e distribui os materiais de apoio, faz o acompanhamento das ações nas escolas e em outros espaços de leitura onde o projeto foi implantado e encarrega-se do programa de formação para profissionais e voluntários que exercem o papel de orientadores.

Algumas fotos do Projeto Entre na Roda


Vídeo sobre o Projeto Entre na Roda


Fonte: Cenpec