sábado, 17 de julho de 2010

Pais, escolas e livros

Quando este trio estreita laços, sabemos que o incentivo à leitura está acontecendo para valer
Eu, a turma de crianças do Universitas e Flávia Poletto

Cristiane Rogerio

Vivi uma experiência muito bacana há algumas semanas. Fui convidada a um encontro com um grupo de pais na escola Universitas, na cidade de Santos, Baixada Paulista. O tema que levei para conversa foi Livro Infantil não É Livrinho: por que devemos valorizar a leitura com as crianças desde cedo. O convite nasceu de uma gentil conversa com a leitora de CRESCER Flávia Poletto, mãe de dois filhos e uma leitora assídua.

A ideia, claro, era bater um papo geral sobre literatura infantil e – nem teria como evitar – falar da minha paixão sobre o tema. E explicar que esta foi uma paixão conquistada, dia a dia, na leitura dos livros lançamentos, na conversa que tenho com escritores, ilustradores e especialistas no gênero. Uma paixão que se renova porque literatura infantil hoje ocupa um espaço enorme em minha vida.

E eu achei mesmo que ia explicar, explicar, explicar.

E, realmente, falei por uns 40 minutos sem parar sobre a importância de ler desde cedo e que livros para bebês – os de pano, os de plástico, os de poucas palavras – são um começo da relação de amor pelos livros, que curtir os livros com os filhos é uma delícia e fundamental, o perigo dos livros politicamente corretos para a formação das crianças... E os pais me olhando firmes, reagindo às minhas palavras e, o principal: atentos. Este foi um presente. Porque acreditei em cada olhar que vi ali. Afinal, somente o fato de eles terem escolhido o tema para conversar, mostra que são pais dedicados, que entendem seu papel na educação dos filhos. Parece fácil, mas não é.

Eu, cheia de informação de jornalista, livros lidos e amor pela literatura infantil voltei de Santos com um presente. Aquele encontro se tornou uma lembrança incrível. Houve muita boa conversa e as crianças (que entraram depois de serem “ocupadas” com aulas atividades físicas enquanto os pais estavam comigo) também curtiram depois, experimentando os livros que levei. Foi maravilhoso porque o que contou ali foi a intenção. Este grupo de pais foi um exemplo de como é possível e gostoso conversar sempre sobre o assunto. Seja entre eles, seja com os filhos, seja com eles mesmos, seja lendo CRESCER. Aceitem este convite sempre que puderem.

Cristiane Rogerio é editora de Educação e Cultura da Crescer e adora se perder entre os livros.

Livro entre as primeiras palavras

Habituar-se ao livro como objeto é uma das maneiras mais eficazes de ele virar algo natural na vida da criança. Ele pode estar entre as primeiras palavras


Cristiane Rogerio

Malu Echeverria é uma querida amiga e jornalista que acaba de volta para o “staff” de CRESCER, o que nos deixa muito felizes por aqui. Ela acaba de ser mãe e ainda ensaia as primeiras leituras e histórias com ele. Mas tem experiência em incentivar a leitura do sobrinho, Pedro, de 6 anos.

Desde que comecei a cuidar dos livros por aqui, nós duas conversamos muito sobre o assunto e o que eu mais lembro dele é que, ainda pequenininho, ele pedia a leitura à mãe dizendo a palavra “vivo”, quando ainda não conseguia pronunciar “livro”. Sempre achei lindo, porque livro é sim uma palavra cheia de vida, de várias vidas, de viver, de experienciar, de ser. Não poderia haver um apelido melhor.

Lembrei disso por uma outra história. A minha amiga Cláudia, que já falei aqui, mora nos Estados Unidos e tem três filhos. Todos foram já habituados aos livros – em inglês e português, diga-se – e agora ela me contou que a menor, Nina, de 1 ano e 4 meses, já balbucia algo parecido com o que Pedrinho fazia. Diz “Boo” para pedir “book” para a mãe.

Não há outra maneira de mergulhar as crianças nesse universo. Do mesmo modo que ela aprende as palavras por necessidade de se expressar, a criança precisa criar intimidade com os livros para querer que tenha muitos ao seu lado a vida toda. É fundamental para o desenvolvimento físico, cognitivo, de linguagem, etc, mas também para o desenvolvimento emocional. Livro é afetividade, é conversar com os nossos sentimentos, é motivo para estar bem juntinho dos pais, é desculpa para rir, chorar e sonhar.

Por isso devemos buscar que o livro seja uma das primeiras palavras do imenso vocabulário que vai se formando no mundo da criança. Quando ela começar a pedir, é porque você está no caminho certo.

Cristiane Rogerio é editora de Educação e Cultura da Crescer e adora se perder entre os livros.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

A geração Y tem o hábito de ler?


Por Carol Phillips*

Como professora, sou obcecada por ler e escrever. Por isso, dois posts do blog The Next Great Generation me chamaram a atenção recentemente, já que sugerem haver uma indiferença por parte dos jovens que estão na faculdade em relação aos livros e textos tradicionais.

Jeannie: “Conseguindo a atenção da Geração Y” – “Ainda que eu tivesse o dinheiro para comprar todos os livros de que precisava na faculdade, a maioria deles serviu para juntar pó na minha estante. Parte do meu completo desinteresse vem do fato de que, no segundo em que um livro é publicado hoje, já está obsoleto. Desde que eu estava na quinta série, era capaz de acessar qualquer informação na internet de forma mais rápida e precisa do que conseguiria fazer em um livro. Além disso, a informação online é gratuita (e se não for, você vai procurar em outro site até encontrar “de graça”). Com um orçamento restrito e recursos grátis ilimitados, existe algum tipo de livro que poderia atrair meu interesse?”

Katie Wall: “Concluí a faculdade sem ler um livro sequer” – Em maio de 2009 me formei pela Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, considerada uma das melhores universidades públicas do país, e nunca abri um livro sequer. Não estou dizendo que a faculdade não era desafiadora, mas todo o tempo que passei lendo e estudando, nunca precisei dos livros. Quando tinha que fazer trabalhos, conseguia encontrar tudo online….”
Ainda que eu entenda o ponto de vista dessas duas jovens sobre as alternativas online que estão substituindo os livros, me angustia ouvi-las dizendo que não valorizam a leitura.

Trabalho arduamente para fazer com que meus alunos leiam. Tentei diferentes técnicas ao longo dos anos – quizzes diários, cases semanais, testes sobre o material escrito, entre outros. Esse ano, tentei usar um texto compatível com a linguagem da geração Y, MKTG3, by 4LTR Press. Os alunos realmente gostaram do livro, então acabaram lendo.

O que tornou esse livro mais atrativo? Primeiro, posso dizer que ele era muito visual. O texto era geralmente tratado como um elemento gráfico. O estilo da escrita tinha um approach diferente e interessante. Por último, o livro em si possuía apenas o básico, e os extras poderiam ser conferidos online. Os alunos adoraram isso.

Há fortes evidências de que a geração Y ainda tem o hábito de ler. Um estudo feito em abril pela McKinsey na Inglaterra mostrou que, em média, uma pessoa recebe 72 minutos de informação por dia, comparando-se a 60 minutos em 2006. O aumento se deu, prioritariamente, nas informações recebidas pela população abaixo de 35 anos.

Além disso, a leitura pode não ser uma prioridade, mas a geração Y passa mais tempo lendo do que as gerações anteriores. Porém, esses jovens lêem de maneira diferente. Vão em busca de informação, então possuem um propósito e são excelentes examinadores. Meu filho de 16 anos lê poucas histórias de ficção além do que é pedido em seu curso de inglês, mas por outro lado lê livros de esporte ilustrados e busca histórias de assuntos de seu interesse.

Entretanto, tudo isso também pode significar que eles não estão oferecendo toda a atenção à leitura. Em seu livro Grown Up Digital, Don Tapscott conta a história de Joe O’Shea, um líder estudantil de 22 anos residente na Flórida, que estava indo estudar em Oxford. O´Shea disse a seguinte frase a respeito dos livros:

“Eu não leio livros, prefiro ir ao Google, onde posso absorver informações relevantes de forma rápido. Algumas delas vêm dos próprios livros. Mas sentar e ler um livro do começo ao fim não faz sentido para mim. Você precisa saber ser um ‘caçador’ habilidoso.”

Desde o início de seu livro, Tapscott utiliza diversas páginas para descrever como e por que a geração Y desenvolveu essas surpreendentes habilidades de examinar, explicando como essa habilidade trará a eles a referência para que se tornem leitores mais sofisticados.

As habilidades de exame e da leitura com um propósito, presentes na geração Y, podem ser uma boa notícia para o Marketing. Entendendo o tipo de informação buscada por esses jovens, será possível engajá-los de maneira mais profunda por meio do conteúdo. E encontrar o tipo de informação que buscam nunca foi tão fácil. Palavras-chave, trending topics do Twitter e outras ferramentas são portas para um relevante conteúdo.

Talvez o ponto principal seja que a geração Y é capaz de absorver grande quantidade de informação visual de uma só vez, provavelmente mais do que as gerações mais velhas, desde que isso seja apresentado de forma atraente e fácil de digerir. Isso torna o design, muitas vezes, tão ou mais importante que a boa escrita. Em estudos nos quais tivemos a oportunidade de comparar grupos pela idade, é incrível como os jovens consumidores se mobilizam mais de acordo com a maneira que a informação aparece na tela. Os consumidores mais velhos tendem a ignorar o design, mesmo que seja pobre, focando no significado. A geração Y tem grande dificuldade em deixar ileso o que passa por seus olhos.

*Carol Phillips é presidente e fundadora da consultoria em estratégia de marca “Brand Amplitude”. Ela também é professora na respeitada Universidade de Notre Dame. Carol iniciou sua carreira como pesquisadora de mercado e trabalhando com planejamento estratégico na Leo Burnett. Mais tarde, como Diretora de Contas, liderou equipes em quatro agências diferentes – Y&R, Leo Burnett, Mullen e JWT – com uma variedade de clientes incluindo Sprint, Nextel, Ameritech, Heinz, 7UP e Philip Morris. Acesse o blog de Carol Phillips: http://www.millennialmarketing.com/.

17/05/2010 by Blogueiro Convidado

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Leitura no mundo digital - Nova tecnologia, mais leitores

Editoras universitárias debatem futuro do setor com a chegada dos e-books e destacam a importância do professor para que os brasileiros leiam mais

Nova tecnologia, mais leitores
Encontro discute impacto dos e-books no mercado editorial e importância do professor na formação dos leitores no país

Daniel Patire

O impacto dos livros em formato digital, ou e-books, gera dúvidas e também expectativas sobre novas possibilidades de negócios no mercado editorial brasileiro. Para discutir o futuro comercial desse setor e a expansão do hábito da leitura, dirigentes e profissionais da área de todo o país, além de professores e pesquisadores, encontraram-se na XXIII Reunião Anual da Abeu (Associação Brasileira de Editoras Universitárias), realizada de 7 a 10 de junho, na sede da Fundação Editora Unesp (FEU), em São Paulo.

“Pela primeira vez, abordamos esses tópicos de uma forma direta e baseada em dados de pesquisas nacionais e experiências internacionais”, afirma a presidente da associação, Flávia Garcia Rosa, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA). “Desses debates, pretendemos gerar ações que fomentem a leitura em nossa sociedade.”

A abertura do evento aconteceu no dia 7, com a presença da professora Flávia, do secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt; do vice-reitor da Unesp, Julio Cezar Durigan; do diretor-presidente da FEU, José Castilho Marques Neto; do secretário municipal da Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil; do presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Hubert Alquéres; e da presidente da CBL (Câmara Brasileira do Livro), Rosely Boschini.

Livros virtuais – As novas tecnologias de informação vão impor um rearranjo na produção, comercialização e distribuição das obras, segundo o filósofo Pablo Ortellado, professor da USP. Ele coordena um grupo de pesquisa sobre os efeitos das novas tecnologias para a produção, distribuição e consumo de bens culturais e educacionais, além de temas relacionados à propriedade intelectual.


“Podemos fazer um comparativo com a indústria fonográfica, que precisou se reinventar após a digitalização da música”, ressalta Ortellado. “Os empresários utilizam a disseminação de arquivos em MP3 para divulgar o produto, e seu modelo de negócio passou por reestruturações.”

Para o filósofo, a digitalização do livro tem um impacto fundamental na difusão do conhecimento entre classes sociais que antes não conseguiriam adquirir as obras que constam da bibliografia solicitada em cursos superiores. Ele cita o exemplo de universitários argentinos, que digitalizaram toda a bibliografia dos cursos da área de Ciências Humanas.

Entretanto, o leitor brasileiro não gosta, em princípio, do livro digital, de acordo com o estudo “Os leitores brasileiros e o livro digital”, promovido pela Imprensa Oficial e pela CBL, e executado pelo Observatório do Livro e da Leitura, em 2009. Os pesquisados identificaram o e-book com a Internet, o computador e o notebook, segundo Galeno Amorim, coordenador do trabalho e diretor do Observatório.

“Os leitores reclamam que a tela do computador é muito ruim e cansativa para a leitura”, comenta Amorim. “Um outro aspecto apontado é que os e-books não permitem anotações, comentários.” O dirigente explica que, ao serem apresentados aos equipamentos apropriados, conhecidos como e-readers, os entrevistados perceberam que o manuseio do e-book fica mais fácil, e, com isso, concluíram que poderiam consumir o conteúdo digital.

Experiências – Para fundamentar as discussões, o diretor executivo da Federação de Editores da Espanha, Antonio Maria Ávila Alvarez, e a consultora de mercado editorial desse país, Inés Miret, falaram da experiência de digitalização do acervo da Biblioteca Nacional espanhola e dos catálogos das editoras locais. “Hoje, por meio da Biblioteca Hispânica Digital, o usuário pode consultar até 20% do conteúdo das obras comerciais de graça”, explica Alvarez. “Isto permite a degustação, se assim podemos dizer, do produto que poderá ser comprado.”

Em 2009, a Federação e a Fundação Germán Sánchez Ruipérez realizaram um estudo sobre o impacto do livro digital na Espanha. Com a participação de 254 editoras de diversos portes, constatou-se que os preços dos livros devem cair de 30% a 50%, em 2010, ano em que 20% dessas editoras comercializarão de 50% a 100% das suas novidades tanto no formato digital quanto em papel.

A experiência europeia é um exemplo para ações brasileiras, segundo Jézio Hernani Bomfim Gutierre, editor executivo da FEU e professor da Faculdade de Filosofia e Ciências, câmpus de Marília. “Não podemos considerar o e-book como algo que salvará a difusão e nem um sinal do fim das editoras”, acentua.

Recentemente, a FEU adotou um modelo pioneiro de digitalização do catálogo, com o lançamento, em março, de 44 títulos inéditos exclusivamente no formato eletrônico, em uma ação conjunta com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg) (Jornal Unesp n.º 254, pág. 7). “Tivemos a ousadia de trabalhar com dois conceitos importantes: o contexto eletrônico e o acesso gratuito ao conhecimento produzido nas universidades”, afirma Marques Neto. Desde o lançamento, foram feitos mais de 35 mil downloads. Os leitores têm acesso gratuito às obras no site do selo Cultura Acadêmica. http://www.culturaacademica.com.br/

Leitura universitária – O encontro promoveu também o debate sobre a leitura nas universidades brasileiras. A intenção foi diagnosticar como estudantes e professores “consomem” o livro. Foram apresentados estudos realizados pela PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), que compararam quantos livros os alunos leem até entrarem na universidade e o tempo gasto na leitura após alguns anos no ensino superior.

A pesquisa feita com estudantes da PUC-RJ demonstrou que, ao entrarem na universidade, eles liam pouco e tinham dificuldade em encontrar a mensagem principal do texto. Após os anos de formação, esses mesmos alunos tinham aumentado o tempo de leitura, a agilidade de compreensão dos textos e a cultura geral. “Mesmo com os resultados positivos, os alunos nos últimos anos dos cursos pediram professores que os ensinassem a ler, independentemente das áreas de formação”, salientou a professora Eliane Yunes, coordenadora do estudo e diretora da Cátedra Unesco de Leitura.

João Luiz Ceccantini, do curso de Letras da Faculdade de Ciências e Letras (FCL), câmpus de Assis, também destaca o papel dos professores na formação de um público leitor, percebendo e trabalhando a heterogeneidade de seus alunos. Ceccantinni, que recebeu o Prêmio Jabuti 2009 com o livro Monteiro Lobato: livro a livro, editado pela FEU, analisou os dados da pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, realizada pelo Observatório e pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), que aponta que os períodos de maior dedicação à leitura se concentram na infância e adolescência dos entrevistados (Veja gráficos). “Nessa faixa etária, eles frequentam a escola e são obrigados a ler”, avalia.

Acesso democrático – O levantamento constatou, ainda, que a leitura é prazerosa para as crianças até os 14 anos. Nessa idade, os alunos participam de várias iniciativas que os incentivam a ler. Já para os estudantes de ensino médio a leitura é uma obrigação, representando algo feito sem prazer. Para Ceccantini, essas informações reafirmam a função do chamado mediador da leitura, geralmente desempenhada pelo professor. “Essas crianças não têm o exemplo da leitura em casa e, por isso, o papel do professor passa a ser tão importante”, conclui.

De acordo com Marques Neto, os temas do livro digital e da leitura na universidade convergem para a democratização do acesso ao conhecimento e o aumento do hábito da leitura. Ele é secretário executivo do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), ligado ao Ministério da Cultura e ao Ministério da Educação. O plano é um conjunto de atividades e eventos voltados para a área do livro, leitura, literatura e bibliotecas, focados no desenvolvimento do setor. “As nossas ações estão direcionadas à capacitação de educadores, bibliotecários e outros mediadores da leitura; a ampla utilização dos meios de educação a distância; a implantação de novas bibliotecas; e a incorporação de novas tecnologias de informação, para facilitar o acesso à produção”, enumera.

De todos os debates, duas questões se sobressaem, segundo Marques Neto: o papel central do professor na formação de leitores e o poder da digitalização para se ampliar o acesso aos livros. “Já está comprovado que, quando se tem acesso a um bem cultural, como por exemplo um livro, ele passa a ser consumido”, assegura.


sábado, 10 de julho de 2010

Frase sobre leitura

Olá leitores do blog!

Compartilho com vocês a frase que venci no concurso promovido pelo jornal "Folha da Região", de Araçatuba.

A frase foi a seguinte:

"A leitura é importante para a construção plena da cidadania. Tornar o homem mais criativo, consciente, independente e cidadão mais crítico e participativo"