quarta-feira, 30 de junho de 2010

Projeto Cidade da Leitura em Limeira

"Cidade da Leitura" terá livros, ginástica e música

Em comemoração ao Dia Nacional da Leitura, celebrado no dia 12 de outubro e instituído pela Lei nº 11.899, de 8 de janeiro de 2009, e também ao Dia das Crianças, e ainda visando estimular o gosto e o hábito de ler em crianças, jovens e adultos, a Prefeitura de Limeira, por meio das secretarias municipais, irá realizar nos dias 29, 30, 31 de outubro e 1º de novembro, no Parque Cidade, das 9h às 17h, o evento Cidade da Leitura com entrada franca e programação variada.

A maior atração ficará por conta do Bosque da Leitura, com livros amarrados por meio de fios nas árvores, onde na sombra do bosque os visitantes poderão \'colher\' seu livro e se deliciar com uma bela história. Serão disponibilizados cerca de 4 mil livros para o público infantil, jovem, adulto, braile e baixa visão, além de livros de escritores limeirenses doados pelo CPP (Centro do Professorado Paulista). Os livros serão distribuídos em 3 áreas: no Bosque Encantado e ao lado da quadra de basquete, livros infantis estarão pendurados nas árvores; já nos viveiros dos pássaros haverá livros para jovens e adultos.

Durante o evento, a Secretaria da Educação irá inaugurar a Casa de Histórias, com um teatro especial apresentado pelo Cemep (Centro Municipal de Estudos Pedagógicos). Os alunos da Rede Municipal de Ensino visitarão o local nos períodos da manhã e tarde, e poderão desfrutar de várias atividades. O evento contará com apresentações e performances do Núcleo Cia. de Teatro que oferecerá contadores de histórias, animadores caracterizados como personagens da literatura infantil e um monólogo teatral com crônicas e poesias para adultos.

A Secretaria da Cultura disponibilizará espaço para troca de livros, apresentação de bandas musicais e outras atrações culturais. Toda infraestrutura de apoio, monitores, som, palco, segurança e logística contará com o empenho das secretarias municipais de Turismo e Eventos, Segurança Pública e Meio Ambiente. O Centro Educacional João Fischer Sobrinho disponibilizará livros em braile e para pessoas com baixa visão, além de intérpretes na língua de sinais (Libras) durante as apresentações. No dia 30 de outubro, sexta-feira, haverá duas apresentações do Coral Mãos que Encantam.

O evento é uma parceria das secretarias municipais da Educação; Turismo e Eventos; Cultura; Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades; Ceprosom (Centro de Promoção Social Municipal); Segurança Pública; Assessoria Geral de Comunicações; além do apoio de outros departamentos da administração municipal.

Estimular o hábito da leitura

O objetivo do evento é estimular o gosto e o hábito pela leitura tanto nas crianças quanto nos adultos. Organizado pela diretora do Departamento de Gestão de Suprimentos (DGS) da Secretaria da Administração, Cassiana Pessatti de Toledo, trouxe ainda a apresentação do Núcleo Cia. de Teatro. Vestidos de palhaços e caracterizados com personagens de histórias infantis, eles levaram a garotada aos risos.

Depois, junto com o prefeito, todos os visitantes e as crianças caminharam pelo “Bosque Encantado”. No passeio, a meninada sentou em pedaços de lonas que cobriam a folhagem seca que estava sobre a terra, para ouvir contos infantis narrados pelos integrantes da companhia.

O secretário da Cultura, Adalberto Mansur, ressalta que o período de incentivo a leitura é importante, “pois desperta a atenção das pessoas”. “Sem esse trabalho não é possível a comunidade ter a valoração cultural”, destaca Mansur, ao afirmar que a ocasião também permite a inclusão social.

Para Silvio, a “Cidade da Leitura” é um sonho da Prefeitura, que se realiza para o município. “Toda cidade desenvolvida conquistou esse nome quando passou a investir na leitura”, completa. Silvio, na cerimônia, agradeceu aos professores e pais que dedicam uma parte do seu tempo para contar histórias às crianças, “afinal esse método proporciona o crescimento intelectual e criativo delas”.

4 mil livros nas árvores

O primeiro dia do evento conta com diversas atividades agendadas para toda tarde desta quinta-feira. A festa continua até o próximo domingo, 1º de novembro, no Parque Cidade, das 9 às 17h, com entrada franca e várias opções de lazer. Entretanto, a comissão organizadora avisa que a programação está sujeita a alterações.

Nas árvores do parque, cerca de 4 mil livros foram disponibilizados para o público infantil, jovem, adulto, braile e baixa visão. Obras escritas por autores limeirenses – que foram doados pelo Centro do Professorado Paulista (CPP) – também compuseram o cenário. Os livros foram distribuídos em 3 áreas: no "Bosque Encantado" e ao lado da quadra de basquete, onde se encontram os livros infantis; já nos viveiros dos pássaros os livros é destinada aos jovens e adultos.

A Secretaria da Cultura reservou um espaço para troca de livros e apresentação de bandas musicais, entre outras atrações culturais. A infraestrutura de apoio, como monitores, som, palco, segurança e logística contou com o empenho das secretarias municipais de Turismo e Eventos, Segurança Pública e Meio Ambiente, e demais secretarias municipais.

Espaço também para deficientes

O Centro Educacional "João Fischer Sobrinho" ainda cedeu livros em braile e para pessoas com baixa visão. Além de intérpretes na língua de sinais (Libras) para as apresentações.

A “Cidade da Leitura” apenas foi possível acontecer com o trabalho em conjunto desempenhado pelas secretarias municipais da Educação; Turismo e Eventos; Cultura; Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades; Ceprosom; Segurança Pública; e Assessoria Geral de Comunicações. Além do apoio de outros departamentos da administração municipal.

Fonte: Prefeitura Municipal de Limeira
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Projeto de leitura apoia uso de diário

Autor: Redação JL

Desde pequena, a estudante Larissa Sandy Medeiro, de 10 anos, passou a relatar todos os seus segredos em um caderno de anotações. Considerado seu amigo inseparável, o diário de Larissa hoje está repleto de confissões. "Peguei gosto pela escrita e pela leitura assim, registrando em meu diário as experiências do dia a dia. Hoje, não consigo ficar longe dele", diz.

Considerado um gênero da escrita, o texto de diário foi inserido na grade curricular de 180 alunos da 4º série da EMEIEF "Maria Apparecida de Luca Moore", localizada no Jardim Aeroporto. O projeto, denomidado de "Ler e Escrever", pertence à uma campanha desenvolvida pela Secretaria de Estado da Educação, como incentivo à leitura nas escolas.

De acordo com a coordenadora pedagógica da unidade, Alessandra Daniele Pascoto, desde o início do segundo bimestre, os alunos passaram a redigir textos em primeira pessoa, relatando a rotina na escola, em casa e com os amigos. Na manhã de ontem, a escola distribuiu um diário para cada aluno para selar o projeto.

Para ela, além incentivar a escrita, o diário servirá também como um amigo para dividir as alegrias e tristezas, bem como de um momento de reflexão. "Trata-se de um exercício que propicia privacidade e cultiva a criatividade", observa a coordenadora.

Da mesma opinião, a professora Regina Helena Zacharias lamenta não ter tido a mesma oportunidade ainda quando criança de ter um diário. No entanto, ela confessa que pretende iniciar um junto com os seus alunos. "Realmente é o nosso amigo fiel e inseparável, pois não é sempre que temos alguém do nosso lado para nos ouvir", argumenta.

CIENTÍFICO

Conforme a coordenadora, a partir do próximo bimestre, os alunos conhecerão novos gêneros da escrita, como o texto científico. O tema a ser abordado será sobre os olhares deles sobre o bairro que moram, com o título "Onde vivo?".

Pesquisa aponta aumento de mercado de livros para crianças e adolescentes

Autor: Redação JL

A leitura não é apenas uma das ferramentas mais importantes para o estudo e o trabalho, é também um dos grandes prazeres da vida. Ajudar as crianças e os jovens a descobrirem essa verdade é uma missão importante, que cada cidadão deve abraçar com entusiasmo.

A indústria livreira do Brasil tem feito a sua parte. Segundo a pesquisa “Produção e Vendas do Mercado Editorial 2008”, que a Fundação Instituto de Pesquisas Econômica (Fipe) elaborou a pedido da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), no período de 2008 o número de títulos voltados ao público infantil cresceu 14,02% na comparação com 2007. Também houve um incremento de 41,88% nos lançamentos de novas obras de literatura juvenil. Esses percentuais, num universo total de 13,39% novos títulos colocados no mercado, revela uma clara disposição em atingir mais crianças e jovens.

Além de apostar em mais títulos, as editoras também colocaram mais exemplares no mercado: foram 4,95% a mais de livros infantis e 9,26% a mais de livros juvenis do que em 2007. Vale ressaltar que, na média geral, a produção de novos exemplares foi 3,17% menor em 2008 do que no ano anterior.

O fato de os jovens e as crianças estarem lendo mais do que os adultos já havia sido evidenciada em levantamentos anteriores. A "Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil", de 2007, revelou que cerca de 39% dos 95,6 milhões de leitores brasileiros têm entre cinco e 17 anos. Entre os entrevistados de até 10 anos de idade, a média foi de 6,9 livros por ano. A estatística aumenta na faixa etária dos 11 aos 13 (8,5 livros por ano) e cai levemente entre os jovens de 14 a 17 anos (6,6). Infelizmente, porém, a maior parte das leituras é feita por exigência da escola: somente 0,9 livro é escolhido por iniciativa própria entre os leitores de até 10 anos, subindo para 1,4 na faixa dos 11 aos 13 anos e para 1,6 entre os jovens de até 17 anos.

A mesma pesquisa também demonstrou que o incentivo para a formação de jovens leitores vem da escola e da família, sobretudo das mães. Cerca de 73% dos leitores com idade entre cinco e 10 anos citaram as mães como principais incentivadoras do hábito e da leitura. E, entre os adultos que cultivam o hábito de ler, um em cada três disse ter lembrança da mãe lendo um livro, e 87% afirmaram que os pais liam para eles antes de dormir.

Para estimular as crianças e os jovens a, cada vez mais, lerem por prazer e não por obrigação, algumas medidas são importantes. A primeira delas consiste em facilitar o acesso às obras literárias. De acordo com a presidente da CBL, Rosely Boschini, estimular a leitura significa construir mais e melhores bibliotecas, equipada com mobiliário especialmente desenhado e estantes com altura adequada, de modo a facilitar o acesso dos pequenos leitores aos seus objetos de interesse. "Aumentar o número de bibliotecas é fundamental, pois há um grande número de municípios brasileiros que não dispõem de nenhuma. Mais livrarias também são necessárias. O Brasil tem hoje menos de 4 mil estabelecimentos do gênero, enquanto o ideal seria existirem pelo menos 10 mil", diz.

Outro ponto importante apontado por ela é que o livro tem que ser atrativo e interessante. "Neste ponto, as editoras brasileiras vêm cumprindo seu papel. Dos livros laváveis para bebês aos romances de aventura destinados aos jovens, há um universo de publicações lindamente encadernadas, com acabamentos primorosos e enredos variados, perfeitos convites para quem está começando a vida ingressar num mundo novo de aventuras, sonhos, fantasias e experiências variadas. Tanto isso é verdade que o produto editorial brasileiro vem obtendo grande sucesso nas feiras internacionais do setor, como a de Bolonha, principal eventual mundial do setor de livros infanto-juvenis".

Igualar as condições de acesso, incentivar as crianças de maneira positiva e envolver cada vez mais os pais e os professores na missão de iniciarem os mais jovens no universo infinito da leitura são providências urgentes e fundamentais para todos.

Falta biblioteca em escolas públicas - Dificulta o acesso a leitura

Autor: Redação JL
Falta biblioteca em escolas públicas

Nem metade delas tem este espaço; Estado prefere salas de leitura

Para brincar, os parquinhos. Para comer, a cantina. E para ler? Só um cantinho reservado na sala de aula. Pesquisa feita pelo Jornal de Limeira mostrou que menos da metade das escolas da rede pública de Limeira possui biblioteca. O levantamento foi realizado em 78 escolas municipais e 30 estaduais. Das 108 unidades públicas, apenas 51 (ou 47,2%) têm biblioteca.

O déficit é predominante na rede municipal. De 78 escolas de educação infantil e ensino fundamental, só 26 (ou 33%) possuem uma sala específica dedicada à leitura. Treze manifestaram ter um "pequeno acervo" de livros. Isso pode ser explicado, em parte, por conta da idade dos alunos. Os centros infantis (CIs) são destinados a crianças de 0 a 3 anos. Ao todo, são 17 CIs em Limeira.

O incentivo à leitura se inicia de forma mais forte a partir dos 4 anos, quando a criança entra na educação infantil e começa a ser alfabetizada.

O próprio secretário de Educação de Limeira, Antonio Montesano Neto, admite um outro problema. Segundo ele, as escolas não possuem bibliotecas por conta da falta de espaço específico para a instalação destes espaços, além da questão da idade das crianças, que "ficariam perdidas frente a tantos livros", diz. "As novas escolas estão recebendo salas específicas para as bibliotecas", complementa.

Da rede municipal, as escolas que trabalham com educação infantil e ensino fundamental juntos são as que mais têm o espaço específico para o acervo de livros - são 18 bibliotecas em 37 escolas. Por meio da Assessoria de Comunicações da prefeitura, a secretaria informou que as escolas dispõem de cantinhos de leitura. "Dependendo da escola e da demanda, é necessário optar pelo uso da sala para aulas, mas todas as escolas possuem acervo de livros, independentemente do espaço físico", cita.

Ainda conforme a assessoria, as escolas receberam 5.280 livros só este ano. Serão entregues outras 19 mil unidades, que já foram compradas. Montesano explica que todas as classes recebem livros iguais e atuais. Duas coordenadoras de escolas municipais ouvidas pelo Jornal - e que preferiram ficar no anonimato - elogiaram os livros enviados pela secretaria. Ambas, porém, comentaram que nas escolas onde dão aulas não há um espaço específico para a biblioteca.

A situação é diferente nas escolas estaduais. Das 30 unidades da rede em Limeira, 25 (ou 83,3%) possuem bibliotecas. A Secretaria de Estado da Educação, porém, prefere falar em "salas de leitura". A nomenclatura é mais do que um detalhe. "Possuímos salas de leitura coordenadas por professores readaptados. As salas não exigem bibliotecários formados", informa por meio da assessoria de imprensa.

Das 30 escolas estaduais, apenas quatro (13,3% do total) informaram ter bibliotecários. Na rede municipal, são sete (9%). No lugar de criar bibliotecas, a secretaria estadual aposta na distribuição de livros aos estudantes (veja nesta página).

Estímulo ao aluno, diz pedagoga

Para a pedagoga e professora do 1º ano do ensino fundamental Solange Cristina de Oliveira Hergert, os cantinhos de leitura são eficientes no incentivo ao hábito de ler, mas as bibliotecas estimulam mais o aluno por conta da variedade de títulos. Além disso, as crianças criam o hábito de freqüentar bibliotecas - o que é positivo.

"Sabemos que despertar o gosto pela leitura é complicado, tem que tentar alguns macetes para estimular", diz Solange. Livros com letras grandes e ilustrações ricas são os mais indicados na alfabetização dos alunos. Em uma biblioteca freqüentada por estudantes de diferentes séries, deve haver livros de níveis variados. "Por mais que seja infantil, os professores precisam orientar as crianças para ter contato com aqueles feitos para suas idades", afirma.

A pedagoga salienta que ir à biblioteca traz benefícios, além da leitura em si. "Levar as crianças para a biblioteca ensina alguns valores - como respeito, silêncio e noções de comportamento", explica Solange.

Estado entregará livros

Os 3,3 milhões de estudantes de 5ª à 8ª série e de ensino médio da rede estadual ganharão até o fim deste ano três livros infanto-juvenis de escritores brasileiros. O projeto é da Secretaria de Estado da Educação.

Os alunos receberão também um atlas geográfico e um dicionário (a ser entregue no próximo ano). Estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio receberão dicionários bilíngüe. Ao todo, serão 9,9 milhões de livros, 3,3 milhões de dicionários e 3,3 milhões de atlas.

A secretaria também enviará às escolas de 5ª à 8ª série e ensino médio uma coleção de livros temáticos.
Para crianças de 7 a 10 anos, há outro projeto. Até o fim do ano, os 230 mil alunos de 1ª série do ensino fundamental terão nas salas de aula um "cantinho da leitura" com livros infantis, almanaques e revistas.

São 2,2 milhões de exemplares adquiridos pela secretaria. A iniciativa - que inclui ainda a disponibilização de um globo terrestre nas classes - será implantada posteriormente nas salas das outras séries - 2ª, 3ª e 4ª.

Crianças têm 1º contato com os livros

Autor: Stefanie Archilli

Letícia, 6, aluna da Escola Municipal Aracy Nogueira Guimarães, levou para a casa um presente único, que ela pretende compartilhar com seus colegas de classe e vizinhos. Um livro, sorteado durante a "Hora do Conto", na Biblioteca Infantil Profa Cecília Quadros, foi o presente que Letícia e mais três crianças ganharam. Os alunos não possuem livros em casa e nunca estiveram na biblioteca.

O primeiro contato com uma biblioteca foi empolgante, como descreve Bianca, 5. "Gostei muito de brincar. Quero vir aqui de novo", falou. Letícia também quer frequentar a biblioteca. "Aprendi muito com os livros", disse.
Os 15 alunos da escola, acompanhados da professora Talita Daiane da Silva, participaram do projeto "A Hora do Conto", que proporcionou um momento de leitura e brincadeiras. "Fiz a leitura de um livro sobre profissões e, depois, eles começaram a brincar com os jogos. É uma experiência muito gratificante para a vida adulta deles, que tem uma vida de carências, sem livros e brinquedos", declarou a contadora de histórias da biblioteca, Ana Paula Vaz.

Segundo a professora da classe, as crianças têm pouco contato com livros e brinquedos, por isso é importante o acesso a cultura. "A reação deles mostra a importância destes momentos lúdicos", revelou.

INCENTIVO

Outra turma de alunos também estava na biblioteca fazendo leituras e brincando com os jogos. A escola particular "Mamãe Coruja" possui um projeto de incentivo e desenvolvimento da leitura, que leva os alunos, a cada 15 dias, à biblioteca. "Eles fazem a carteirinha, pegam um livro e, depois de 15 dias, devolvemos os livros e eles retiram um novo. Dessa forma, estamos incentivando a leitura em casa", falou a professora Silvana Domiciano.

Letícia, 5, leu o livro em casa com o pai e escolheu uma nova história nesta segunda visita a biblioteca. "Tenho bastante livro em casa, mas é gostoso ler as histórias da biblioteca", falou.

Kayk, 5, fez a carteirinha e também já escolheu um livro. "Gosto dos livros com bastante figura", disse.