O ilustrador e escritor André Neves conta em entrevista sua trajetória e fala da importância de criar identidades visuais em arte desde cedo para crianças.
Fonte: Crescer
A proposta do blog é reunir trabalhos e ideias que fomentem o incentivo a leitura.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Ignácio de Loyola Brandão fala sobre a importância da leitura
Autor comenta a importância do incentivo a leitura desde a infância e o papel da família para promover o gosto pelos livros.
Fonte: Ação: Programa da Rede Globo
Fonte: Ação: Programa da Rede Globo
segunda-feira, 8 de março de 2010
Projeto Livro para Voar dissemina a leitura de graça
Você já imaginou trocar um livro depois da leitura? Ou então abandonar o livro no banco de uma praça para que uma pessoa o leve para casa? Conheça o projeto Livro para Voar.
Inspirado em uma iniciativa internacional conhecida como Bookcrossing, o projeto Livro Para Voar estimula a troca gratuita de livros, dos mais variados gêneros e estilos.
O participante lê o livro, faz o cadastro no site, conta o que achou e liberta a obra em algum lugar. Pode ser no banco do parque, na cafeteria, no armário da academia – em qualquer lugar onde ele encontre um novo leitor.
Pelo próprio site, usuários podem também encontrar livros libertados por outras pessoas e conferir o caminho percorrido pela obra até chegar às suas mãos.
Patrocinadora do projeto, a distribuidora de combustíveis ALE deu início ao movimento em 2008, distribuindo quase sete mil livros em 134 postos de gasolina nas principais capitais do país. O feito transformou o Brasil na maior rede de bookcrossing fora dos EUA – onde tudo começou.
O bom resultado levou a uma nova fase, iniciada no primeiro semestre de 2009. Mais três mil livros foram libertados e o número de pontos oficiais de troca deve chegar a 334.
O projeto ganhou também um novo site, mais bonito, ágil e fácil de navegar. Inspirado no internacional GoodReads (www.goodreads.com), o Livro Para Voar se transformou em uma rede social focada em informações sobre literatura, onde os usuários podem avaliar livros e conhecer outras pessoas com gosto semelhante.
Acesse aqui >>>
Sobre a ALE
A ALE é a quarta distribuidora do Brasil em número de postos, com uma rede de cerca de 1.700 postos em 22 estados brasileiros.
Fonte: ALE
Voluntária divide o conhecimento e ressalta a importância da leitura
Vanilda conta que a doença da avó despertou a primeira curiosidade pela leitura. Um AVC a fez deixar o trabalho de doméstica, mas ela montou uma biblioteca com os livros que ela encontrou no lixo.
Fonte: MGTV
Fonte: MGTV
Pedreiro viaja pelo país incentivando o hábito da leitura
Conheça o sergipano Evandro dos Santos, que se auto-intitula homem-livro. E não é pra menos. Há cinco anos, este pedreiro viaja pelo Brasil promovendo um arrastão literário para incentivar a leitura.
Fonte: Programa Via Brasil
Fonte: Programa Via Brasil
domingo, 7 de março de 2010
Regina Machado, contadora de histórias
Para a contadora de histórias Regina Machado, as narrativas servem para hidratar a alma. Ela chegou a essa conclusão enquanto narrava o conto “O Espelho”, de Machado de Assis, para uma turma de adolescentes. A capacidade de encantar a plateia com as palavras, acabou por encantá-la. Idealizadora do Boca do Céu, encontro internacional de contadores de histórias que acontece em maio, no Sesc Pompéia, Regina também organiza, ao lado de Leandro Medina, o Saravau: mistura de sarau com saravá, que reúne artistas consagrados e anônimos numa epopéia de música, dança, teatro, gastronomia e, claro, histórias.
Existem várias formas de contar uma história (Parte 1/3)
A importância das histórias no mundo de hoje (Parte 2/3)
Existem histórias comuns aos países (Parte 3/3)
Fonte: Veja
Existem várias formas de contar uma história (Parte 1/3)
A importância das histórias no mundo de hoje (Parte 2/3)
Existem histórias comuns aos países (Parte 3/3)
Fonte: Veja
terça-feira, 2 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Biblioteca de São Paulo: Parque da Juventude ganha a mais nova biblioteca pública de São Paulo
A partir do dia 9 de fevereiro, a cidade de São Paulo contará com um novo e diferenciado espaço cultural: a Biblioteca de São Paulo. O governador José Serra inagurou nesta segunda, 8, em uma área de 4.257 m² no Parque da Juventude, zona norte da capital, a Biblioteca que oferece aos paulistas um espaço dinâmico e integrado à comunidade.
O espaço amplo abriga 30 mil livros novos, acesso à internet em vários computadores, além do acervo de filmes e músicas. O local visa atrair jovens leitores.
O local conta com amplo horário de funcionamento, fácil acesso pelo Metrô Carandiru, CDs, DVDs, jogos e 30 mil livros no acervo. Além disso, a Biblioteca de São Paulo será um centro de formação permanente para atualização e qualificação de profissionais da área.
Fonte: Antena Paulista
O espaço amplo abriga 30 mil livros novos, acesso à internet em vários computadores, além do acervo de filmes e músicas. O local visa atrair jovens leitores.
O local conta com amplo horário de funcionamento, fácil acesso pelo Metrô Carandiru, CDs, DVDs, jogos e 30 mil livros no acervo. Além disso, a Biblioteca de São Paulo será um centro de formação permanente para atualização e qualificação de profissionais da área.
Fonte: Antena Paulista
Embarque na Leitura - Metrô em São Paulo
IBL - Embarque na Leitura - Metro Paraiso - Antena Paulista
IBL - Embarque na Leitura - Metrô Luz
IBL - Metrô Tatuapé
IBL - Metrô Santa Cecília - Embarque na Leitura
IBL - Embarque na Leitura - Paraíso
IBL - Embarque na Leitura - Largo 13
Biblioteca do Metrô na Ação da TV Globo!
IBL - Embarque na Leitura - Metrô Luz
IBL - Metrô Tatuapé
IBL - Metrô Santa Cecília - Embarque na Leitura
IBL - Embarque na Leitura - Paraíso
IBL - Embarque na Leitura - Largo 13
Biblioteca do Metrô na Ação da TV Globo!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Bicicloteca: bicicleta com biblioteca
Com o nome parecido com a Bibliocicleta, essa é a Bicicloteca.
Parabéns Binho e galera pela iniciativa!
A repórter Cristiane Gomes foi até o bairro do Campo Limpo, em SP, pra conhecer a biblioteca que chega na quebrada de bicicleta: a bicicloteca. O Manos e Minas é um programa da TV Cultura
Conheça a Bicicloteca - Programa OLGA BONGIOVANNI
Fonte: Bicicloteca
Parabéns Binho e galera pela iniciativa!
A repórter Cristiane Gomes foi até o bairro do Campo Limpo, em SP, pra conhecer a biblioteca que chega na quebrada de bicicleta: a bicicloteca. O Manos e Minas é um programa da TV Cultura
Conheça a Bicicloteca - Programa OLGA BONGIOVANNI
Fonte: Bicicloteca
Bibliocicleta: bicicleta e livros
Bibliocicleta - Design de objeto para disseminação da leitura e intervenção em comunidades.
Esse foi o meu trabalho de conclusão do curso de Design da Escola de Belas Artes da UFBA.
O trabalho surge a partir de uma demanda do Água Comprida - Fórum Permanente de Cultura de Simôes Filho, intituição sem fins lucrativos que trabalha em prol da produção artítica e cultural da cidade. O Fórum precisava dar um destino nobre para livros que foram arrecadados a partir de doações de amigos e pessoas interessadas na democratização da leitura por via de uma biblioteca comunitária. O projeto da biblioteca comunitária precisou ser adiado, e por isso surgiu a necessidade de criar uma biblioteca itinerante para dar destino aos livros que foram doados com tanta boa vontade, e para que eles começassem a circular nas mãos daqueles que são privados do benefício da leitura.
O projeto foi todo baseado na utilização de recursos humanos e materiais disponíveis. 90% da materia prima utilizada veio das ruas, e a mão de obra foi toda voluntária. Também foi considerada, a leveza, resistência, e a possibilidade de replicação, para que possa ser produzido em qualquer comunidade que se interesse e por qualquer pessoa.
Fonte: Augusto Leal
Esse foi o meu trabalho de conclusão do curso de Design da Escola de Belas Artes da UFBA.
O trabalho surge a partir de uma demanda do Água Comprida - Fórum Permanente de Cultura de Simôes Filho, intituição sem fins lucrativos que trabalha em prol da produção artítica e cultural da cidade. O Fórum precisava dar um destino nobre para livros que foram arrecadados a partir de doações de amigos e pessoas interessadas na democratização da leitura por via de uma biblioteca comunitária. O projeto da biblioteca comunitária precisou ser adiado, e por isso surgiu a necessidade de criar uma biblioteca itinerante para dar destino aos livros que foram doados com tanta boa vontade, e para que eles começassem a circular nas mãos daqueles que são privados do benefício da leitura.
O projeto foi todo baseado na utilização de recursos humanos e materiais disponíveis. 90% da materia prima utilizada veio das ruas, e a mão de obra foi toda voluntária. Também foi considerada, a leveza, resistência, e a possibilidade de replicação, para que possa ser produzido em qualquer comunidade que se interesse e por qualquer pessoa.
Fonte: Augusto Leal
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Piracicabana deixa títulos em locais públicos para serem passados à frente
Eliana Teixeira
O que você faria se encontrasse um livro no banco de uma praça, rodoviária ou em qualquer outro local público? Se sua atitude é pegar levar, ler e depois guardar o livro numa prateleira em casa, saiba que estará impedindo que ele vá parar nas mãos de muitos outros leitores. Pela filosofia do livro errante, projeto com adeptos em comunidade virtual no orkut (www.orkut.com.br) no Brasil e em todos os lugares do mundo, o livro sempre deve ser passado a diante, para estimular a todos o hábito da leitura.
A piracicabana Aline Gevartosky, 21, comerciante, faz parte de um dos cerca de 15 grupos virtuais do livro errante existentes no País. Em todo o Estado de São Paulo, destaca Aline, em torno de cinco pessoas participam do grupo, que promove a troca de livros entre seus membros. "Tem gente de todos os estados e até uma brasileira que mora na Itália", conta.
Fugindo do Medo, do escritor escocês A. J. Cronin (1896-1981), foi o livro escolhido por Aline, nessa quinta-feira (1º), para ser deixado num banco no Terminal Intermunicipal Rodoviário. Curiosamente, o título faz lembrar da fuga do apego às coisas, tão necessária para que alguém tire um livro de sua estante, mesmo que ele se encontre há anos na prateleira, para doá-lo a alguém que não conhece. "E muitas pessoas têm medo que quem encontrá-lo não vai ter cuidado com ele. É preciso se libertar do medo, para passar um livro para frente", analisa.
Esse foi o terceiro livro que Aline deixou em local público. Ela deixou livros na praça José Bonifácio e no Shopping Piracicaba. Aline defende a idéia de que a cultura deve ser democratizada e, para isso, os adeptos do movimento do livro errante têm de ser pessoas desprendidas. Mas ela admite ter em casa 30 títulos que não consegue se desfazer. "Gosto muito de romance literário e esses são de estimação. Não dou nem empresto", diz, sorrindo.
Admiradora de autores como, J.J. Benítez, José Saramago e Clarice Lispector, Aline lembra que é comum no exterior, principalmente, na Europa, as pessoas aderirem ao movimento do livro errante. Antes do ato de desprendimento, é importante que se coloque no livro uma frase para identificar o movimento. A frase pode ser algo como: "este livro não pertence à ninguém. É um Livro Errante. Se caiu em suas mãos, honra-o com tua leitura, e o deixe seguir viagem".
Na rodoviária, algumas pessoas demonstraram-se surpresas com a atitude de Aline, mas consideraram ótima iniciativa passar um livro para frente. Cinthia Fioravanti, 22, estudante de fisioterapia, diz que atitudes como essa são fundamentais para que pessoas sem poder aquisitivo possam ter acesso à leitura. "Tem muita gente que gosta de ler mas não tem a oportunidade de comprar livros", enfatiza.
Para Bruna Nicolosi Franzini, 21, estudante de ciências dos alimentos, a idéia de criar uma corrente de leitores é fantástica. Fora a leitura básica para a faculdade, Bruna lê dois livros por mês. Ela gosta de romances policiais, suspense, principalmente os de Sidney Sheldon. "Não sabia desse movimento. Agora que sei, eu deixaria um livro para outra pessoa", garante.
Apesar de elogiar a iniciativa, Suzana Kaori Ura, 19, estudante de matemática, diz que não conseguiria deixar um livro seu em local público para alguém que não conhece e, provavelmente, jamais conhecerá. O motivo, explica Suzana, é o apego que pelos seus livros. "Mas o pessoal que consegue se desapegar está incentivando o hábito da leitura, o que é ótimo", afirma.
Colega universitário de Suzana, Lucas Galvão, 18, também elogia a filosofia do livro errante, porém admite não ter coragem de passar à frente um de seus livros. Nem mesmo os títulos que não lê há muitos anos, Lucas seria capaz de passar para outra pessoa. Ele diz que pode querer ler "algum dia" o livro que está esquecido na estante. "Mas se eu encontrar um livro errante, não vou passar para frente. Por quê? Ah, porque eu vou me apegar ao livro, né", declara, uma com franqueza quase pueril.
Virtual
Aline Gevartosky diz que no Brasil, a comunidade do livro errante no orkut foi criada há mais de dois anos por um jovem gaúcho. A comerciante participa desde o início deste ano e leu mais de 20 livros por meio de troca entre os membros. Cada um dos 15 grupos, detalha Aline, tem de 10 a 12 participantes. Assim como os livros que são deixados em locais públicos para que outras pessoas possam ler e dar seqüência ao movimento, as obras trocadas pela internet cumprem a mesma função.
Para não perder de vista os participantes e acompanhar a rapidez do movimento, ressalta Aline, é preciso acessar à internet com freqüência. Ela entra no site mais de uma vez por dia. Cada participante precisa indicar de dois a três títulos de temas livre, romance ou ficção, para elaboração de lista com os nomes a serem trocados.
Nessa lista, cita Aline, aparecem Uma Carta de Amor, de Nicholas Sparks, O Fantasma da Ópera, de Gaston Leroux, Todo os Nomes, de José Saramago, entre outros. "O livro que eu recomendo, envio pelos Correios e em outro lugar do País, a pessoas que recebeu vai mandar o dela para mim", relata.
Fonte: Gazeta de Piracicaba
O que você faria se encontrasse um livro no banco de uma praça, rodoviária ou em qualquer outro local público? Se sua atitude é pegar levar, ler e depois guardar o livro numa prateleira em casa, saiba que estará impedindo que ele vá parar nas mãos de muitos outros leitores. Pela filosofia do livro errante, projeto com adeptos em comunidade virtual no orkut (www.orkut.com.br) no Brasil e em todos os lugares do mundo, o livro sempre deve ser passado a diante, para estimular a todos o hábito da leitura.
A piracicabana Aline Gevartosky, 21, comerciante, faz parte de um dos cerca de 15 grupos virtuais do livro errante existentes no País. Em todo o Estado de São Paulo, destaca Aline, em torno de cinco pessoas participam do grupo, que promove a troca de livros entre seus membros. "Tem gente de todos os estados e até uma brasileira que mora na Itália", conta.
Fugindo do Medo, do escritor escocês A. J. Cronin (1896-1981), foi o livro escolhido por Aline, nessa quinta-feira (1º), para ser deixado num banco no Terminal Intermunicipal Rodoviário. Curiosamente, o título faz lembrar da fuga do apego às coisas, tão necessária para que alguém tire um livro de sua estante, mesmo que ele se encontre há anos na prateleira, para doá-lo a alguém que não conhece. "E muitas pessoas têm medo que quem encontrá-lo não vai ter cuidado com ele. É preciso se libertar do medo, para passar um livro para frente", analisa.
Esse foi o terceiro livro que Aline deixou em local público. Ela deixou livros na praça José Bonifácio e no Shopping Piracicaba. Aline defende a idéia de que a cultura deve ser democratizada e, para isso, os adeptos do movimento do livro errante têm de ser pessoas desprendidas. Mas ela admite ter em casa 30 títulos que não consegue se desfazer. "Gosto muito de romance literário e esses são de estimação. Não dou nem empresto", diz, sorrindo.
Admiradora de autores como, J.J. Benítez, José Saramago e Clarice Lispector, Aline lembra que é comum no exterior, principalmente, na Europa, as pessoas aderirem ao movimento do livro errante. Antes do ato de desprendimento, é importante que se coloque no livro uma frase para identificar o movimento. A frase pode ser algo como: "este livro não pertence à ninguém. É um Livro Errante. Se caiu em suas mãos, honra-o com tua leitura, e o deixe seguir viagem".
Na rodoviária, algumas pessoas demonstraram-se surpresas com a atitude de Aline, mas consideraram ótima iniciativa passar um livro para frente. Cinthia Fioravanti, 22, estudante de fisioterapia, diz que atitudes como essa são fundamentais para que pessoas sem poder aquisitivo possam ter acesso à leitura. "Tem muita gente que gosta de ler mas não tem a oportunidade de comprar livros", enfatiza.
Para Bruna Nicolosi Franzini, 21, estudante de ciências dos alimentos, a idéia de criar uma corrente de leitores é fantástica. Fora a leitura básica para a faculdade, Bruna lê dois livros por mês. Ela gosta de romances policiais, suspense, principalmente os de Sidney Sheldon. "Não sabia desse movimento. Agora que sei, eu deixaria um livro para outra pessoa", garante.
Apesar de elogiar a iniciativa, Suzana Kaori Ura, 19, estudante de matemática, diz que não conseguiria deixar um livro seu em local público para alguém que não conhece e, provavelmente, jamais conhecerá. O motivo, explica Suzana, é o apego que pelos seus livros. "Mas o pessoal que consegue se desapegar está incentivando o hábito da leitura, o que é ótimo", afirma.
Colega universitário de Suzana, Lucas Galvão, 18, também elogia a filosofia do livro errante, porém admite não ter coragem de passar à frente um de seus livros. Nem mesmo os títulos que não lê há muitos anos, Lucas seria capaz de passar para outra pessoa. Ele diz que pode querer ler "algum dia" o livro que está esquecido na estante. "Mas se eu encontrar um livro errante, não vou passar para frente. Por quê? Ah, porque eu vou me apegar ao livro, né", declara, uma com franqueza quase pueril.
Virtual
Aline Gevartosky diz que no Brasil, a comunidade do livro errante no orkut foi criada há mais de dois anos por um jovem gaúcho. A comerciante participa desde o início deste ano e leu mais de 20 livros por meio de troca entre os membros. Cada um dos 15 grupos, detalha Aline, tem de 10 a 12 participantes. Assim como os livros que são deixados em locais públicos para que outras pessoas possam ler e dar seqüência ao movimento, as obras trocadas pela internet cumprem a mesma função.
Para não perder de vista os participantes e acompanhar a rapidez do movimento, ressalta Aline, é preciso acessar à internet com freqüência. Ela entra no site mais de uma vez por dia. Cada participante precisa indicar de dois a três títulos de temas livre, romance ou ficção, para elaboração de lista com os nomes a serem trocados.
Nessa lista, cita Aline, aparecem Uma Carta de Amor, de Nicholas Sparks, O Fantasma da Ópera, de Gaston Leroux, Todo os Nomes, de José Saramago, entre outros. "O livro que eu recomendo, envio pelos Correios e em outro lugar do País, a pessoas que recebeu vai mandar o dela para mim", relata.
Fonte: Gazeta de Piracicaba
sábado, 20 de fevereiro de 2010
As campanhas de leitura
Campanha de Leitura Rede Globo
Vício - Incentivo à leitura - PPTV 2008
"Ler devia ser proibido"
Campanha de incentivo a leitura MTV
Chamada SBT - Incentivo a Leitura
Publicidade Campanha de Incentivo a Leitura Record
Campanha de leitura da Imprensa Oficial 2009
Vício - Incentivo à leitura - PPTV 2008
"Ler devia ser proibido"
Campanha de incentivo a leitura MTV
Chamada SBT - Incentivo a Leitura
Publicidade Campanha de Incentivo a Leitura Record
Campanha de leitura da Imprensa Oficial 2009
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Plano Nacional de Leitura - José Pacheco Pereira
Depoimento do Historiador e Professor Universitário José Pacheco Pereira sobre hábitos de leitura.
Biblioteca Minervina dos Santos
Matéria da TV Gazeta (Globo) sobre salas de leitura e projetos de incentivo a leitura na cidade de Maceió
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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