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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Qual a diferença entre ler para a criança e deixá-la ver uma história em vídeo?

Por Equipe Instituto Alfa e Beto

 

Pare e pense por um minuto: nas últimas semanas, quantas vezes você leu uma história para uma criança e quantas vezes você optou por colocar um vídeo em DVD ou na internet para ela? Se a frequência for maior na segunda opção, recomendamos que você pare mais alguns minutos para ler este texto.
Um estudo publicado em agosto no periódico Pediatrics (uma das principais publicações sobre Primeira Infância do mundo) mostrou como o cérebro das crianças reage ao escutar uma história. Com ajuda de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram observar que ao escutar um adulto lendo, crianças de 3 a 5 anos de idade ativavam uma parte do cérebro voltada à integração multissensorial, que integra som e estimulação visual. Isso significa que elas conseguiam ver a história dentro de suas cabeças, mesmo que durante o teste elas estivessem apenas escutando a leitura e sem poder ver as ilustrações.
Segundo o autor principal da pesquisa, John S. Hutton, pesquisador clínico do Centro Médico Hospitalar Infantil de Cincinnati, nos Estados Unidos, os níveis diferentes de ativação cerebral sugerem que crianças com mais prática nacriação dessas imagens mentais podem desenvolver habilidades que as ajudarão mais tarde a compor histórias a partir de palavras. “Isso as auxilia a compreender qual é a aparência das coisas e pode ajudar na transição a livros sem ilustrações. Vai ajudá-las posteriormente a serem leitores melhores porque desenvolveram aquela parte do cérebro que as auxilia a ver o que está acontecendo na história.”
De acordo com Hutton, enquanto as crianças estão escutando uma história elas imaginam as cenas, coisa que não acontece quando elas estão assistindo a um vídeo. “Elas não precisam imaginar a história, ela está simplesmente sendo apresentada para elas”, defende. A diferença estaria principalmente no tipo de linguagem usada nas histórias lidas e nos filmes e desenhos animados. Quando lemos, fazemos uso de palavras que não usamos no cotidiano ao falarmos com uma criança. E o vocabulário dos vídeos tende a ser mais oralizado, excluindo certas palavras e formas gramaticais. Se ficarem apenas ligadas ao que é dito nas telas, as crianças perderão a oportunidade de criar novas conexões cerebrais.
Ainda que alguns programas possam oferecer conteúdo educativo, nenhuma animação ou desenho poderá substituir o impacto positivo no cérebro da criança causado pela leitura em voz alta realizada por um adulto. A leitura revela novas palavras, que ajudam a compor as bases de aprendizagem de cada pessoa. Quando mais cedo esse hábito for desenvolvido, melhor será o impacto ao longo da vida.
 Fonte:  Instituto Alfa e Beto 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

'Brasileiros, muitas vezes, não leem porque não têm acesso ao livro'

Professor José Castilho explica as ações do Plano Nacional do Livro e da Leitura 

Mayra Ferreira


Dos brasileiros alfabetizados apenas 25% são leitores plenos, ou seja, conseguem decifrar e significar as mensagens. Reverter esse dado é um dos objetivos do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), dos Ministérios da Educação e da Cultura no Brasil.

O secretário executivo do PNLL, José Castilho, explica as ações e os desafios do plano e como educação e cultura, Estado e sociedade precisam dialogar para promover a democratização e a economia do livro, perpassando a formação de mediadores, o investimento em bibliotecas e o valor simbólico da leitura para o passado e o presente dos leitores.


Fonte: TV Unesp

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mais Livros Mais Livres RBS TV

Campanha Mais Livros Mais Livres de 2007, da RBS TV de Santa Catarina. Vale a pena rever

Anúncio Mais Livros Mais Livres RBS TV
Redação: Moises Dias Neto, André Timm
Direção de Arte: Moises Dias Neto
Ilustração: Éder Minetto






segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Campanha da Associação Ligia Averbuck, associação de amigos do Instituto Estadual do Livro - RS

04.10.2011

Entrou no ar hoje a campanha da Associação Ligia Averbuck, associação de amigos do Instituto Estadual do Livro. A campanha, criada pela Competence, busca associados para incentivar a formação de novos e melhores leitores no Rio Grande do Sul.

Em sua parte gráfica, as peças mostram personagens clássicos da literatura internacional lendo livros de autores gaúchos – mostrando que quem vive entre páginas de livros, aprecia nossos autores. Vemos, por exemplo, o Pequeno Príncipe lendo Moacyr Scliar ou os Três Mosqueteiros lendo os três volumes de O Tempo e O Vento. As ilustrações da campanha, lindas aquarelas, foram feitas por Fernando Geisel.


Na parte eletrônica, temos spots de autores gaúchos falando da sua relação com os livros – revelando, inclusive, o leitor que existe em cada um deles. Martha Medeiros, Leticia Wierzchowski, Claudia Tajes e Jorge Furtado já gravaram depoimentos, apoiando esta nova fase da Associação Ligia Averbuck e do IEL. Os spots foram produzidos pela produtora “B”.

A campanha será veiculada com o apoio dos veículos do estado – e, desde já, Ana Mottin da Associação Ligia Averbuck e a Competence agradecem este apoio.


IEL - Martha Medeiros by Competence Com Mkt

IEL - Leticia Wierzchowski by Competence Com Mkt

IEL - Jorge Furtado by Competence Com Mkt

IEL - Claudia Tajes by Competence Com Mkt

Ficha Técnica
Anunciante: Associação Ligia Averbuck
Agência: Competence
Direção de Criação: Marcelo Pires
Direção de Arte: Mauricio Medeiros Donati e Bruno Rodrigues
Redação: Marcelo Pires e Gustavo Barletto
Produção Gráfica: Sergio Aguirre
Produção Eletrônica: Léa Macedo
Mídia: Carla Azevedo
Planejamento: João Satt, Patricia Carneiro e Mateus Piveta
Atendimento: Rosangela Lopes, Cristiane Farias e Rafaela de Faveri
Arte-final: Antonio Schneider e David Schell
Ilustração: Fernando Geisel
Produtora de Áudio: B Sound Thinking
Produção Gráfica: Print Paper, Pallotti, Ideograf, Pino, Benevenuto, Idéia e FreeDesign
Aprovação (cliente): Ricardo Silvestrin, Ana Mottin



Fonte: Instituto Estadual do Livro

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Projeto Letras Soltas - Presidente Prudente lança projeto para incetivar a leitura

Domingo, 11/09/2011

O Projeto Letras Soltas consiste na prática de deixar os livros em locais públicos para que as pessoas encontrem e leiam. Depois de lidos, elas têm que deixar o livro em outro lugar para que novas pessoas possam usufruir a leitura.



Fonte: Antena Paulista

sábado, 20 de agosto de 2011

Professores e pais estimulam jovens a ler em Rio Preto

Depois de uma nota baixa na escola, estudante adquiriu prazer pelos livros

Suelen Silveira / TV TEM



Atrair os jovens para a leitura se tornou um desafio para os pais e professores. Como mostrar que um livro é interessante com acesso tão fácil à internet, por exemplo, cheia de fotos, sons e vídeos?

Na Biblioteca Municipal de São José do Rio Preto, é possível retirar bons livros sem pagar nada. É por meio da leitura que conhecemos novas palavras e ampliamos o vocabulário. Os livros também estimulam a criatividade, ajudam a formar opinião, ter um posicionamento sobre diferentes temas.

Uma das formas encontradas foi aliar as duas ferramentas, como as histórias de Harry Potter, que já atraíram milhões de telespectadores aos cinemas e já venderam mais de 400 milhões de livros.

Os recursos para incentivar a leitura estão cada vez mais fascinantes. Os tradicionais livros de papel dão lugar para outros bem diferentes; por exemplo, há publicações que podem ser levadas para piscina ou para o banho, porque as páginas são impermeáveis.

Em outro caso, a criança pode contar sua própria versão, com o fantoche que vem com o livro. Desta forma, os pequenos aprendem como a leitura pode levar a conhecer mundos bastante interessantes.

De algumas caixas, saem histórias fantásticas. Basta soltar a imaginação. Cada aluno interpreta o conto do jeito que quiser e mostra o resultado com as maquetes. Crianças e jovens brasileiros estão lendo mais. No ano passado, foram lançados 12 mil novos títulos no país, sendo 2,5 mil direcionados ao público mais novo.

E ao contrário do que muita gente imaginava, o computador não substitui o livro na vida dos jovens. Aliás, pode ser um bom aliado. Luis Antonio Gonçalves Neto é um leitor que surpreende: já leu mais de 2 mil livros. No blog, ele exercita outra paixão: a escrita. O estudante lê em média dois livros por dia, e o responsável por esse resultado é o pai. Depois de uma nota baixa na escola, ele obrigou o filho a ler dez livros. Aí, o adolescente não parou mais.

Alunos de Cesário Lange saem pelas ruas para contar histórias



Histórias como ferramentas de ensino. É assim que a cultura popular é tratada numa escola municipal de Cesário Lange. Os alunos não só conhecem o folclore regional, como saem pelas ruas da cidade contando causos.

Só mesmo uma boa história consegue deixar as crianças hipnotizadas. São contos, fábulas, crônicas, lendas e até piadas. Textos diversificados que incentivam, principalmente, a pesquisa e a leitura.

Das escolas, as crianças também saem as ruas e contam histórias para todo mundo ouvir. Seja para quem está na janela de casa, na fila dos correios e na Praça de Cesário Lange.

Contar histórias incentiva a escrita, a leitura, proporciona a interação com as pessoas e leva, crianças e adultos, ao mundo da imaginação.

Fonte: Tem Notícias

Leitura é estimulada por contadores de histórias na região noroeste

Suélen Silveira / TV TEM



Quantos livros você já leu neste ano? Infelizmente muitos responderão nenhum. E mudar esta realidade é o desafio de um grupo de contadores de histórias. Eles frequentam áreas de lazer da região noroeste em busca de novos leitores. Para ser um contador de histórias não basta apenas ler, tem que interpretar, viver o personagem ou vários personagens ao mesmo tempo. No caso de Tatiana Barbosa, é quase um teatro.

Enredos que provocam reações no público. Eles cantam juntos. E também dão sua contribuição para compor a história. Ao ar livre é que a ‘contação' de histórias acontece, bem no bosque da cidade. Os pais vêm para passear com as crianças e todos acabam passando um dia bem diferente, cheio de lazer e de descobertas com as histórias que ouvem. Ana clara, de apenas 6 anos, foi atraída pelo novo.

Mas a literatura não foi novidade só para menina. No alto da experiência dos 87 anos, Anália da Silva parou para aprender histórias que nunca tinha ouvido. E até quem esperava que era só público, de repente, se torna autor de uma história bem personalizada. Marcos Paulo tem só 9 anos. Mas impressionou a todos. O menino é um exemplo em um país onde quase metade da população não lê livros regularmente, segundo o Ibope. A ideia do projeto de incentivo à leitura é desta bibliotecária.

Quer se juntar aos contadores de histórias, basta ligar para o telefone (17) 3202-2316. O próximo encontro será no domingo (28), na Cidade das Crianças. Na tarde desta quinta-feira (11), a Biblioteca realiza o projeto "A Hora do Conto", a partir das 15h, na seção infantil.

Fonte: Tem Notícias

Araçatuba cria pontos de leitura para população

Patrícia Mendonça / TV TEM



Ler é uma atividade que só faz bem: além de relaxar, as pessoas aprendem muito com os livros. O problema é que no Brasil, eles são muito caros e nem todo mundo tem como ir até a biblioteca. Por isso, um projeto está levando a literatura para diversos pontos em Araçatuba.

É ao ar livre que Madalena Carlini gosta de ter a boa companhia de um livro. Por meio das palavras de grandes escritores, ela tem momentos de prazer. O gosto pela literatura é tanto que Mardalena decidiu dividir com pessoas que muitas vezes nem conhece. Ela colocou em prática um desejo antigo. Trouxe para uma praça um ponto de leitura.

Qualquer pessoa pode escolher um livro e ler em casa. Simples assim. A única exigência é que depois eles sejam devolvidos à geladeira, como alimentos para outras mentes. A ideia deu tão certo, que os livros doados quase não param lá. A Secretaria de Cultura já tinha um projeto parecido. Agora, outros 5 pontos de leitura estão funcionando. Entre os locais está o Pronto-Socorro Municipal. Lá, os pacientes e os funcionários ficam bem perto dos livros. É difícil resistir à uma boa história.

Fonte: Tem Notícias

sexta-feira, 13 de maio de 2011

"Um Bom Livro" - Xuxa Só Para Baixinhos 8



Letra da Música "Um Bom Livro"

A leitura é o nosso avião,
Rumo a imaginação,
Um bom livro faz a gente viver,
Aventuras e ação.

Somos piratas da perna de pau,
Navegando em um vendaval,
Naquela ilha queremos parar,
Nosso navio vamos atracar.

A leitura é o nosso avião,
Rumo a imaginação,
Um bom livro faz a gente viver,
Aventuras e ação.

Tenho poderes, posso voar,
Eu tenho a força,
(Socorro! Socorro!)
Vou te salvar.

Sou um duende,
Você também,
Da natureza,
Nós cuidamos bem.

Toda alegria,
Da nossa floresta,
Vem do amor,
Que a gente tem.

A leitura é o nosso avião,
Rumo a imaginação,
Um bom livro faz a gente viver,
Aventuras e ação.

A leitura é o nosso avião,
Rumo a imaginação,
Um bom livro faz a gente viver,
Aventuras e ação.

Vivo na selva,
Com o Tarzan,
Mas essa história,
Conto amanhã.
(Vem amor)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Banco de Livros


Esta postagem complementa uma postagem anterior: Projeto Banco de Livros: proposta da Fiergs e a Câmara Rio-Grandense do Livro

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O Banco de Livros é uma das iniciativas da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, que foi instituída pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul - FIERGS.

O Banco de Livros é uma instituição criada para garantir um maior acesso da população á cultura. Para isso, monta bibliotecas em locais de baixa renda como comunidades carentes, hospitais, escolas e asilos. Para o sucesso do projeto, era preciso mobilizar as pessoas para que doassem o maior número possível de livros.


Além do Banco de Livros, fazem parte dos Bancos Sociais: Banco de Alimentos, Banco de Voluntários, Banco de Computadores, Banco de Projetos Comunitários, Banco de Materiais de Construção, Banco de Medicamentos, Banco de Mobiliários, Banco de Órgãos e Transplantes, Banco de Refeições Coletivas, Banco de Resíduos, Banco de Tecido Humano e Banco de Vestuários.

Banco de Livros já é uma realidade

6/11/2008 - O Rio Grande do Sul é o primeiro Estado do Brasil a contar com um Banco de Livros. A iniciativa é da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, ligada ao Sistema FIERGS, e foi lançada na noite desta quarta-feira (05/11/2008), no Memorial RS, dentro da programação da 54ª Feira do Livro.


O projeto foi trabalhado por 18 meses até que se tornasse realidade e só durante a cerimônia, já captou mais de 5 mil títulos doados por empresas e entidades. O Banco de Livros vai funcionar nos mesmos moldes dos outros 13 Bancos Sociais existentes, transformando o desperdício em benefício social. Os volumes vão ser usados para a montagem de novas bibliotecas em comunidades carentes, presídios, cidades sem biblioteca. "A idéia é levar livro para quem quer ler. Todos nós temos livros que estão só ocupando espaço em casa. Temos que colocar todo este conhecimento para circular e o Banco de Livros é a melhor maneira de fazer isto", entusiasma-se o presidente Waldir da Silveira.




Galeria de Fotos Banco de Livros


















quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Poema "Aula de leitura"

Ricardo Azevedo
Escritor e ilustrador paulista nascido em 1949, é autor de mais cem livros para crianças e jovens

A leitura é muito mais
do que decifrar palavras.
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender:
vai ler nas folhas do chão,
se é outono ou se é verão;
nas ondas soltas do mar,
se é hora de navegar;
e no jeito da pessoa,
se trabalha ou se é à-toa;
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;
vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pêlo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;
e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou vai lento;
também na cor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,
e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens do céu,
vai ler na palma da mão,
vai ler até nas estrelas
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos têm segredos
difíceis de decifrar.

Poema extraído do livro: AZEVEDO, Ricardo
.
Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática,1999.

Assista a declamação do poema "Aula de leitura" pelo próprio autor.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Curitiba ganha Biblioparque - mais um incentivo à leitura

Autor: Assessoria de Imprensa
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Prefeitura Municipal de Curitiba

Passar o domingo lendo no parque é um programa que o curitibano vai poder fazer, mesmo que não tenha trazido um livro de casa. O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, e o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, inauguram nesta sexta-feira (15), às 10h30, no Parque Barigüi, o primeiro Biblioparque da cidade, um posto móvel de empréstimo gratuito de livros que vai percorrer os parques da cidade aos domingos.
Prefeito Luciano Ducci inaugura o Biblioparque, primeiro posto móvel
de empréstimo gratuito de livros, no Parque Barigui. Curitiba, 15/10/2010
Foto: Joel Rocha/SMCS
Um dos projetos que integra o programa Curitiba Lê, o Biblioparque é composto por um veículo movido a energia elétrica e uma estrutura adaptada para acomodar livros, periódicos, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufs e mesas desmontáveis. O espaço ocupa 200 metros quadrados e vai funcionar todos os domingos, das 10h às 18h.
 
Biblioparque, primeiro posto móvel de empréstimo gratuito de
livros, no Parque Barigui. Curitiba, 15/10/2010 Foto: Joel Rocha/SMCS
Esta primeira unidade foi patrocinada pela Vivo, que também será a responsável pelo gerenciamento da operação até abril de 2011, em parceria com a FCC. A programação inclui sessões de contação de histórias ao longo do dia, distribuição de marcadores de livros, além de pintura em livros de quadrinhos. A empresa também disponibilizará uma tela interativa que dá acesso à sinopse dos livros que podem ser emprestados e dois notebooks para navegação na internet. Junto ao Biblioparque, o público encontrará ainda um local para descarte de aparelhos celulares e baterias velhas.
Foto: Joel Rocha/SMCS
O projeto será lançado nesta sexta-feira (15) e o equipamento começa a funcionar no domingo (17). Na abertura, o público terá à disposição 300 títulos, com um total de 900 volumes. Nos próximos meses, o acervo atingirá 1.350 títulos e quatro mil volumes que oferecem uma variada gama de autores, entre eles Machado de Assis, Guimarães Rosa, Gonçalo Tavares, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2010, entre muitos outros. A escolha dos livros foi elaborada por uma comissão da Fundação Cultural de Curitiba.
Foto: Joel Rocha/SMCS
Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural. O primeiro parque a receber o novo equipamento é o Barigüi, mas o projeto vai percorrer também o Bosque do Papa, Parque Tingüi, Jardim Botânico, Parque Bacacheri e Parque São Lourenço.
Foto: Joel Rocha/SMCS
Curitiba Lê - Lançado em abril, o programa de incentivo ao hábito da leitura é mais uma iniciativa da Prefeitura Municipal, dentro do conjunto de ações de fomento, difusão e formação que visa aumentar quantitativa e qualitativamente os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos. O Curitiba Lê compreende ações em todos os bairros da cidade, como rodas, ciclos e laboratórios de leitura, cursos e contações de história. Para integrar o programa, todas as bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural foram transformadas em Casas da Leitura, cada uma homenageando uma personalidade ligada ao meio literário. No total são 14 espaços que têm como objetivo envolver a comunidade com a leitura.  
Foto: Alice Rodrigues/FCC
Outro destaque do Curitiba Lê é a Estação da Leitura no Terminal Pinheirinho, inaugurada em abril passado. A iniciativa inédita permite que as pessoas emprestem livros de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia. Em novembro deve entrar em funcionamento também o Bondinho da Leitura, que funcionará nos moldes da Estação.
Foto: Alice Rodrigues/FCC
Serviço:
Inauguração do Biblioparque, unidade de empréstimo gratuito de livros que compõe o programa Curitiba Lê, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba.

Local: Parque Barigüi

Horário de funcionamento do Biblioparque: domingos, das 10h às 18h

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Projeto Entre na Roda visa a capacitação de professores

Professor que não lê não consegue passar para o aluno o prazer da leitura. O Entre na Roda permite que os professores reaprendam a gostar dos livros.

O Entre na Roda é coordenado pelo CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. Participam professores de escolas públicas, bibliotecários e voluntários.

"Se uma criança lê e não entende o que ela lê, ela não pode ir bem na aula de português. Nas outras matérias também porque ela não consegue entender o exercício de matemática, não consegue entender uma prova de ciências", afirma Conceição Mirandola, diretora da Fundação Volkswagen.

São oito encontros, de oito horas cada um. Quem explica a oficina é América Marinho, formadora do CENPEC. "Cada oficina, cada encontro, a gente enfoca um gênero. A gente trabalha com conto literário, com novela, romance, teatro, poesia, jornal e com textos de divulgação científica, que é a sétima oficina. A oitava é uma mostra dos trabalhos, do que eles fizeram nas escolas ou nas instituições em que eles trabalham."

O programa já capacitou mais de 7,5 mil professores de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e de São Paulo. "Uma vez formado, uma vez preparado, durante toda a vida útil dele enquanto professor esteja naquele município onde ele recebeu a formação, ou se ele está concursado em outro município, ele leva o conhecimento”, completa Conceição.

A professora Ana Carolina Escobar aprova o projeto. "Eu queria passar o encantamento que já veio da minha família, com aqueles primeiros contatos com livros e todo aquele encantamento, e eu percebi, na primeira escola que eu entrei que as crianças não tinham contato com o livro, e que a biblioteca era uma sala trancada."

"Nós precisamos também que os nossos professores sejam cada vez mais bons leitores”, diz Vanda Romanha, professora.

"Eu acho que a gente tem que deixar de apresentar a leitura como uma obrigação, como uma tarefa. Muitas vezes, você dá um autor, um livro fantástico, só que você apresenta um questionário. Então, ao invés de você absorver aquela arte, aquela criação, aqueles personagens, aquela história, em outro momento, em outro contexto cultural, em outro país, não, você tem um questionário pra responder de que escola literária é aquele autor, o que determinado personagem representa dentro da história... Então o jovem ao invés de ser despertado pra isso, ele passa a ter aversão”, explica Zoara Failla, coordenadora do Instituto Pró-Livro.

No segundo encontro, os professores ganham um baú de livros. Cem títulos para o ensino fundamental, e duzentos para a educação infantil. "Sentir prazer de fato. De pegar, de ler um livro, e ver como um tesouro, que é o que a gente fala do baú, que é o nosso tesouro. Identificar e reconhecer. Segundo, pela própria escrita repertoriar as crianças, elas entenderem, compreenderem o quão importante é essa leitura, não só hoje como até o resto da vida delas”, fala Vivian Netcer, professora.

“Para os meus próprios alunos, foi riquíssimo, porque eu já tenho alunos que estão escrevendo o seu poema. Eles não têm nem sete anos ainda e já fazem poemas. Foi uma grande satisfação”, enfatiza Fátima Pazzini.

Edição do dia 09/10/2010
Fonte: Ação

Mais sobre o Projeto Entre na Roda

O que faz

O Projeto Entre na Roda, em duas modalidades Educação Infantil e Ensino Fundamental, oferece apoio a secretarias municipais, estaduais e a instituições para formar orientadores de leitura, entre educadores, bibliotecários e voluntários da comunidade, para que atuem em diferentes espaços – escolas, bibliotecas, associações, hospitais, asilos etc. –, estimulando o gosto pela leitura.

Com quem faz

O projeto é uma iniciativa da Fundação Volkswagen e integra o Programa Território Escola. O Cenpec elabora e distribui os materiais de apoio, faz o acompanhamento das ações nas escolas e em outros espaços de leitura onde o projeto foi implantado e encarrega-se do programa de formação para profissionais e voluntários que exercem o papel de orientadores.

Algumas fotos do Projeto Entre na Roda


Vídeo sobre o Projeto Entre na Roda


Fonte: Cenpec

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Livro de pano no incentivo a leitura

Projeto ajuda a geração de renda de mulheres da periferia de São Paulo

Criatividade pode incentivar o hábito da leitura e a geração de renda. Em São Paulo, uma associação de mulheres confecciona livros infantis e jogos com tecidos.


Fonte: Programa Ação

sábado, 21 de agosto de 2010

Quiosques de leitura começam a funcionar no Parque da Água Branca

Os quiosques do Parque da Água Branca, que fica na Zona Oeste da capital, são temáticos. O acervo inicial é de 800 livros, revistas e outras publicações.



Publicado em 08/08/2010

Fonte: Antena Paulista

Conheça os contadores de história de Campinas

15/08/2010

As crianças viajam no mundo lúdico ilustrado pelos contadores de histórias de Campinas. Os espaços especiais são dedicados a formar leitores desde cedo.



Fonte: Antena Paulista

Bibliotecas circulantes levam livros até aos locais mais remotos de SP

15/08/2010

Hoje, a cidade conta com quatros ônibus biblioteca. Todos os dias, cada um deles sai da garagem com acervo de aproximadamente cinco mil livros. O ponto final tem endereço: 20 bairros da periferia.



Fonte: Antena Paulista